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  30/10/2008
 
   
A apresentação do Substitutivo para o texto da Reforma Tributária na última quarta-feira, 29, fez do Deputado Sandro Mabel o principal personagem do Congresso Nacional nesta semana.

Depois de muito debate e contemporização, o trabalho de Mabel na relatoria chegou a um texto que construiu o consenso, sem renunciar a marca da mudança para o futuro do sistema de arrecadação dos impostos brasileiros.

"A reforma simplifica", resume Mabel, em entrevista à TV-PR. Ele aponta o substitutivo como referência para uma ordem tributária equilibrada. "Vai dar condição [a Reforma] de as empresas manterem a competitividade e dar continuidade ao crescimento do país.
Ela melhora para o governo que terá condições para diminuir a sonegação com uma base maior de arrecadação", sentencia.

Mabel não esconde o otimismo ao avaliar os efeitos da Reforma para o contribuinte. "Ela melhora, principalmente, para o grande público. Descendo a carga tributária, desonerando.", esclareceu ao fazer uma previsão animadora para os brasileiros. "Vai sobrar mais dinheiro no bolso. Esse é o objetivo final da Reforma", garantiu.

Mabel foi destaque de jornais como O GLOBO, Correio Braziliense, Diário do Nordeste e A crítica, nas edições deste dia 31 de outubro. A imprensa reservou espaços para o Substitutivo de Mabel, que põe um ponto final nas especulações sobre a Reforma em Discussão no Congresso.

"Segundo Mabel, a carga tributária não poderá subir mais de 5% ao ano, descontada a inflação do período, durante os dois primeiros anos do IVA federal", anunciou a reportagem do diário do Rio de Janeiro.

Ainda segundo publicou O GLOBO, o republicano "criou mecanismos que prevêem a desoneração da folha de pagamento - com a redução da contribuição previdenciária dos empregadores de 20% para 14%, em seis anos.". A imprensa carioca salientou "a vigência dos incentivos fiscais industriais até 2020, ou seja, por 12 anos. O prazo de transição do ICMS atual, que é cobrado nos estados de origem dos produtos, para o Novo ICMS, em que a cobrança será no destino dos produtos, aumentou dos sete anos propostos pelo governo para 12 anos.

"A carga tributária federal hoje é de aproximadamente 25% do PIB. Somando-se os tributos cobrados por estados e municípios, o percentual atingiu 37,27% do PIB no primeiro semestre, isso segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário", lembra o Diário do Nordeste que dá ênfase à necessidade de Lei complementar para consumar o propósito de estabelecer limites para a carga tributária.

A cobertura do jornal Correio Braziliense preferiu dar destaque às divergências dosn parlamentares quanto à leitura do relatório apresentado.

 
   




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