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Notícias do Correio 22 - Partido da República

07/08/2018
 
Dr. Carlos Mohn
Dr. Carlos Mohn
Toda unanimidade é burra já dizia Nelson Rodrigues. Roger Scruton diz em resumo que o pior do Nazismo foi ter suprimido as vozes que os permitiriam corrigir caminhos e alertá-los dos erros.

Aqui no Brasil não há quem não esteja angustiado e perplexo com o atual momento e crise que estamos atravessando. O mundo também está assim. Poderíamos começar uma análise pensando qual é a natureza desta crise. Política? Econômica? Social? Ausência de líderes? O que está nos levando a este modelo tão delicado e complexo.

É preciso primeiro entender a crise, ela não é de natureza local que atinge somente o Brasil, ela é uma crise sistêmica que atingiu todo o planeta subjugado a um modelo de mundo linear e cartesiano, moldado com viés ideológico e interesses umbilicais, gananciosos e de visão estreita.

Poderíamos assim resumi-lo o poder econômico aprisionou o capital político fazendo das nações seus reféns. A partir deste estratagema e isentos de responsabilidade transformaram as finanças em um cassino financeiro e a economia não mais se sustentou por produções de bens e serviços, as trocas mundiais são comandadas por bits de computador gerando lucros estratosféricos para uma dúzia de grandes bancos e corporações internacionais sem levar em conta o lado humano.
Este modelo por si só desordenou em todo o planeta a noção de equilíbrio e crescimento produzindo distorções difíceis para a grande maioria das lideranças em atuar. As repercussões ocorreram em todas as áreas, mas principalmente naquelas que são molas propulsoras do desenvolvimento que são a mola financeira, a mola organizacional e a mola populacional.

De um modo particular no Brasil, as últimas lideranças tanto no campo econômico, quanto no político foram cooptadas por esse modelo, sem se darem conta das consequências para o conjunto de nossa sociedade. Mais uma vez ficamos reféns de nosso endividamento. Diz o ditado o devedor é servo do credor. Logo tornamo-nos escravos do sistema financeiro internacional que nos aprisionou com o serviço da dívida e o viés social democrata e Keynesiano que leva a gastar mais do que limite suportável. Estamos aprisionados. E nem sequer percebemos.

Frederic Rowe em 1906 aproximadamente já alertava para este conluio nefasto entre o sistema financeiro internacional especulativo e o sistema político socialista e comunista em desfavor das nações. E suas repercussões sistêmicas.

Uma vez dado o diagnóstico o que fazer? Que direção poderemos nós seguirmos? Torna se necessário mudar o comando, mudar o paradigma de pensar, entender que a vida é como o economista Schumpeter explicava décadas atrás pelo modelo de destruição criativa. Ele nos mostrava claramente que novas tecnologias rompiam com o passado e impulsionava o novo deslocando uma enormidade de pessoas de um ponto fixo para outro ponto a ser construído. É mais ou menos isto que está acontecendo com a sociedade pós internet. As pessoas deixaram em sua maioria de serem passivas e agora atuam e se expressam a uma velocidade impressionante. Elas agora se posicionam, exigindo e cobrando uma representação política direta de acordo com seus anseios. Isto implica em mudar a política de maneira radical.

A representação indireta via políticos tradicionais está com seus dias contados na teia da história pós internet. Não aceitar isso é ser arrastado na contramão do mundo. A política tem de ser uma ponte entre o setor produtivo e as necessidades maiores de uma sociedade. A informação agora é acessível.Com isso este modelo financeiro mundial e as elites governantes de subjugarem as nações já fez água para quem observa as forças se movimentando.

Apenas para exemplificar a luta da chanceler alemã Merkel contra a socialização dos prejuízos ocasionados pelo Deutsche Bank rompimento da Islândia com o sistema financeiro internacional são rupturas importantes de uma imposição das bancas aos governantes. Também a eleição do presidente Trump foi uma ruptura com este modelo. O sistema produtivo não mais aceitará e financiará ideologias fracassadas e corruptas como a do Brasil das últimas décadas.

Assim o Brasil tem de amadurecer a uma velocidade recorde, se quiser voltar a ser uma nação independente e adotar os ideais de liberdade que marcam toda uma sociedade. Mas quais os passos. Vamos elencá-los em ordem:

Urgentes:

1) Auditoria da dívida pública e paralisação do pagamento para negociar após a conclusão da mesma.

2) Reforma da previdência do setor público convencendo os que isso é imperioso para um mínimo de estabilidade no curto médio e garantia do pagamento no longo prazo.

3) Ampla reforma política que desaparelhe o estado eliminando o viés ideológico e as pressões para gastos de um estado perdulário e extremamente endividado. Isto implicará em enfrentar privilégios de castas e romper com o estado de demagogia política, bem como de se achar que a política é que é capaz de salvar o país.

Adotar uma política após feito dever de casa das reformas de um amplo programa de infraestrutura e logística que conduza o país a um novo patamar.

4) Desenvolver de imediato uma parceria pública privada envolvendo setores sociais, forças armadas, igrejas etc. para dar as respostas sociais que a população espera e que são a força motriz que o narcotráfico usa para domínio da sociedade. Investir em segurança e em educação e saúde.


Outros passos poderão ser subsequentes a estes. Mas estes são os prioritários.

Dr. Carlos Mohn

(PR do Estado de Goiás)



(PR do Estado de Goiás)


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