Presidente do PR PR nos estados Manchetes Download Hino Nacional do Brasil
História do PR Fale com o PR Notícias Republicanas Manual de Aplicação da Marca PR
Prefeituras do PR Ficha de Filiação ao PR Fotos dos Deputados do PR Assessoria Jurídica
Vereadores do PR Fórum Republicano Fotos dos Senadores do PR Vinheta do PR
Estatuto do Partido da República Manifesto do Partido da República Código de Ética do Partido da República Programa do Partido da República
 

Notícias do Correio 22 - Partido da República

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player


Clique no ícone do Media Player para assistir ou fazer download do vídeo em wmv
 

Clique no ícone acima para conhecer a Biblioteca de Vídeos do PR no You Tube
 

Clique no ícone acima para fazer download do vídeo em MP4 e enviar pelo whatsapp
 

Clique no ícone acima para assistir ou fazer download do vídeo em Quick Time (plataformas da apple)
 
10/04/2019 — Para assistir o vídeo do lado esquerdo da tela, você precisa instalar o Flash player
 
 
Deputada federal Flávia Arruda (PR-DF)
Deputada federal Flávia Arruda (PR-DF)
Brasília - A Comissão Externa destinada a acompanhar os casos de Violência Doméstica contra a Mulher e o Feminicídio no País, coordenada pela deputada Flávia Arruda (PR-DF), realizou audiência pública, na última terça-feira, 9, para debater os protocolos de atendimento às mulheres nas unidades policiais até a sentença judicial.

Para Flávia, o debate mostrou a importância de se fazer a denúncia dos casos de violência.

"O número de mulheres que denunciaram e depois foram vítimas de feminicídio, é mínimo, é menor do que 90 por cento. Então a importância de denunciar está provada nos números, mas também é importante a gente aumentar essa rede de apoio, de acolhimento, porque muitas mulheres têm medo de não saber a quem recorrer depois dessa denúncia, não ter para onde ir, então é muito importante estimular que a mulher denuncie sim, porque as medidas protetivas no país têm tido eficácia".

No Brasil, a cada 15 segundos duas mulheres são agredidas fisicamente. O país está em quinto lugar entre os que as mulheres sofrem mais violência em todo o mundo.

Para a delegada Sandra Gomes Melo, chefe da Delegacia de Atendimento à Mulher do Distrito Federal, esses dados justificam a necessidade de o Brasil ter legislação e políticas públicas adequadas para proteção às mulheres.

"Uma recente pesquisa também do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontou que 52 por cento das mulheres que sofrem violência no Brasil, não reportam. Com relação ao estupro, à violência sexual, nós sabemos que a cada doze minutos uma mulher sofre violência sexual no Brasil, mas aqui nós temos um comprometimento ainda mais grave, porque os dados também nos apontam que apenas dez por cento desse número de vítimas denuncia".

A delegada explicou que a delegacia busca orientar-se em três linhas principais: prestar atendimento humanizado e proteção às vítimas de violência; divulgar e orientar sobre direitos e serviços; e trabalhar em conjunto com a rede integrada de proteção à mulher. Pontos importantes para garantir a proteção e conforto das vítimas, segundo a delegada, são servidores com uma postura cuidadosa para evitar que as vítimas desistam das denúncias; a existência de um local reservado para registro da denúncia; e oitivas imediatas. Sandra Gomes explicou que as vítimas não denunciam por medo e falta de estrutura no atendimento.

A integração entre as delegacias e o Poder Judiciário foi apontada como outro ponto essencial pela juíza Luciana Lopes, coordenadora do Núcleo Judiciário da Mulher e Titular do Juizado de Violência doméstica contra a Mulher de Taguatinga, no Distrito Federal.

Segundo Luciana Lopes, o cumprimento das medidas protetivas é uma das principais diretrizes necessárias para a efetividade da Lei de Maria da Penha.

"Para que a gente tenha efetividade no cumprimento das medidas protetivas, é preciso que tenha fiscalização do cumprimento das medidas protetivas, é necessária integração dos nossos sistemas. A gente sofre muito por não estar integrado o Poder judiciário com o sistema de segurança pública. Para que se tenha flagrante de crime de descumprimento de protetiva, por exemplo, é necessário que a medida protetiva esteja vigente, que o autor do fato esteja intimado e só a partir daí pode se configurar um crime de descumprimento. Então a gente tem que avançar na integração dos sistemas, integração tecnológica mesmo".

Luciana Lopes destacou que a denúncia, e a consequente emissão de medida protetiva, garante a segurança das mulheres vítimas.

Outros protocolos propostos por juízes especializados em violência doméstica dizem respeito ao tratamento psicossocial do homem e a formação de agentes especializados para o atendimento das vítimas.

Na próxima reunião, a Comissão deverá votar pedidos para realização de audiências públicas em vários estados para colher dados sobre a violência contra a mulher.


Topo


© - 2007 www.partidodarepublica.org.br - Todos os direitos reservados

SEDE NACIONAL DO PARTIDO DA REPÚBLICA

ENDEREÇO:

SHS quadra 6 Bloco A sala 903 - Brasil XXI . CEP: 70.316-102 - Asa Sul . Brasília-DF




Tel.: - (61) 32029922



Mais uma realização do Instituto Alvaro Valle Tel.: - (61) 32029922


LEAD         TVNEWSWEB

Site Desenvolvido pela LEAD - Produções Artísticas Comunicação & Marketing

SHIN CA 09 LT 16 SALA 115 - ED. GREEN HILLS - LAGO NORTE CEP: 71503-509

http://www.leadbrasilia.com.br/

http://www.tvnewsweb.com.br/