Presidente do PR PR nos estados Manchetes Download Hino Nacional do Brasil
História do PR Fale com o PR Notícias Republicanas Manual de Aplicação da Marca PR
Prefeituras do PR Ficha de Filiação ao PR Fotos dos Deputados do PR Assessoria Jurídica
Vereadores do PR Fórum Republicano Fotos dos Senadores do PR Vinheta do PR
Estatuto do Partido da República Manifesto do Partido da República Código de Ética do Partido da República Programa do Partido da República
 

Notícias do Correio 22 - Partido da República

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player


Clique no ícone do Media Player para assistir ou fazer download do vídeo em wmv
 

Clique no ícone acima para conhecer a Biblioteca de Vídeos do PR no You Tube
 

Clique no ícone acima para fazer download do vídeo em MP4 e enviar pelo whatsapp
 

Clique no ícone acima para assistir ou fazer download do vídeo em Quick Time (plataformas da apple)
 
25/06/2019 — Para assistir o vídeo do lado esquerdo da tela, você precisa instalar o Flash player
 
 
 Deputado federal Marcelo Ramos (PL-MA)
Deputado federal Marcelo Ramos (PL-AM)
Brasília – O deputado federal Marcelo Ramos (PL-AM), escolhido por Rodrigo Maia para presidir a Comissão Especial que vai analisar o mérito da Reforma da Previdência, foi o entrevistado especial do Jornal O Estado de S. Paulo, na edição do último domingo, 23.

A entrevista de página inteira do Estadão conta a trajetória política do deputado amazonense, eleito pelo Partido Liberal, além de resgatar histórias de sua vida pessoal. Entre elas, a perda de sua filha Maria Carolina, um bebê de apenas três meses, levada deste mundo em fevereiro de 2004.

Em homenagem à filha, e também aos outros filhos, o deputado carrega nas costas duas tatuagens. Na primeira, em cima, como mostra foto publicada pela reportagem, lê-se Carol. “No próximo novembro ela faria dezesseis anos”, conta Marcelo Ramos, com os olhos marejados, conforme revela a publicação. No círculo com motivos indígenas que rodeia o nome da filha, também está gravado Gabriel, o filho mais velho, hoje com 22 anos e estudante de Direito.

Ele ainda tem Marcela e José Umberto, filhos menores do atual casamento com Juliana. “São quatro filhos: uma no céu e três comigo”, disse.

A segunda tatuagem, em nove linhas, é o poema “A janela encantada”, do escritor amazonense Thiago de Mello. O deputado o recitou de memória: “A vida sempre foi boa comigo. Quando soube que o meu coração estava carregado de sombras, e que ele só se alimentava de luz, fez abrir no meu peito uma janela encantada, para que por ela pudesse entrar o esplendor do orvalho, o fulgor das estrelas, e o irresistível arco-íris do amor”.
Maria Carolina morreu numa madrugada, depois de idas e vindas ao hospital, após um diagnóstico tardio de meningite meningocócica tipo B. Na entrevista, Ramos conta que processou o convênio de saúde por erro médico, ganhou na primeira instância, e até hoje espera o julgamento do recurso. De lá para cá, todos os anos, Maria Carolina é lembrada em textos que o deputado, religiosamente, escreve nos dias do aniversário e da tragédia, publicados na internet.

Escreve, também, sobre outra perda que o marcou – a do pai, por um enfarte fulminante, aos 39 anos, quando ele tinha 12, o mais velho de quatro irmãos. Um deles, Umberto Ramos Rodrigues, é delegado da Polícia Federal.

Reforma

Já no campo político, Ramos revela ao Estadão como tem sido presidir o Colegiado mais importante da Câmara dos Deputados. “O governo me vê com bons olhos porque eu defendo a reforma”, diz. “E a oposição me vê com bons olhos porque eu ataco o governo.”

O deputado revela que é anti-Bolsonaro por excelência - votou no petista Fernando Haddad no segundo turno da eleição presidencial. Desde quando assumiu o comando da comissão especial da previdência, Ramos não tem economizado nas críticas ao presidente. Ao jornalista do Estadão, Luiz Maklouf Carvalho, o deputado foi enfático: “A história parlamentar do agora presidente Bolsonaro mostra que ele sempre teve pouco apreço pela democracia e pelas instituições”, opina. “Defende a tortura e já pediu várias vezes o fechamento do Congresso. São 28 anos de compromisso com o atraso”, completa Ramos.

Como também revela a reportagem, a reforma da Previdência que o parlamentar defende, não é a que foi apresentada pelo ministro Paulo Guedes – mas a que está passando pela “calibragem dos partidos de centro do Parlamento”. “Se há uma reforma em andamento é porque os partidos de centro têm um compromisso com essa reforma, entendem que ela é necessária para o País andar pra frente, independentemente da incapacidade do governo de dialogar com o Parlamento.”

Dos 45 anos que tem, Marcelo Ramos Rodrigues ficou 16 no Partido Comunista do Brasil, o PCdoB. Entrou em 1993, como líder estudantil, atuou intensamente como advogado trabalhista, foi assessor de Orlando Silva, igualmente do PCdoB, no Ministério do Esporte durante o primeiro governo Lula.

Duas vezes vereador e uma secretário dos Transportes do prefeito de Manaus, Serafim Correa (PSB), rompeu com o PCdoB amazonense em 2009. Rompimento pragmático, por questões políticas locais, e não ideológicas. “Foi um porradal absurdo lá no Amazonas”, resumiu o congressista.

Em 2010, já no PSB, elegeu-se deputado estadual. Em 2014 saiu candidato a governador (ficou em terceiro lugar), e dois anos depois a prefeito de Manaus, já no Partido da República (hoje PL). Foi ao segundo turno, mas perdeu por uma diferença de 8% dos votos para o tucano Arthur Virgílio Neto, reeleito. Sem mandato, voltou a dar aulas de Direito Constitucional na universidade e em cursinho preparatório para concursos.

Marx

A longa militância comunista deixou no hoje republicano-liberal Ramos Rodrigues raízes marxistas obtidas na leitura a sério de partes de O Capital, de três livros seminais de Lênin – Que fazer; Esquerdismo, doença infantil do comunismo, e, principalmente, O Estado e a revolução – e de outros na mesma matriz. “Eu não sou inimigo do PCdoB nem acho que o comunismo tem que ser expurgado da humanidade”, disse.

Ficou, da experiência, a assertividade, o manejo seguro de reuniões conturbadas, a cabeça dura com as posições que toma, a forma beligerante e provocativa de atacar adversários. O da vez é o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. “Ele devia se afastar do cargo, para não atrapalhar a apuração das conversas que lhe são atribuídas pelo The Intercept“, disse. “Achei gravíssimas.”

Em 2017, nas eleições suplementares para o governo do Amazonas, o advogado sem mandato tomou uma decisão que o deixou “estraçalhado”, como contou: a de ser candidato a vice-governador do hoje senador Eduardo Braga (MDB-AM). Perderam, no segundo turno, para Amazonino Mendes, do PDT. “O Eduardo era o político que eu mais atacava”, afirmou. Embarcou na canoa porque o PR não lhe deu a legenda para sair candidato, explicou. “A omissão para mim não é uma hipótese – e eu pago o preço das minhas escolhas. Essa me levou para o fundo do poço. Foi o pior momento da minha vida pública.”

Saiu do buraco na eleição de 2018, com 106.805 votos que o fizeram deputado federal pelo PR (hoje PL). Pediu e levou uma das vice-lideranças e a representação do partido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ganhou algum protagonismo quando a reforma da previdência chegou por lá. “Os extremos já estavam ocupados - o PT era contra, o PSL a favor -, e decidi apostar na moderação”, afirmou. Com o apoio do líder de seu partido, Wellington Roberto (PL-PB), e do líder do PP, Arthur Lira – ambos do Centrão -, Ramos postulou a presidência da Comissão Especial. Faltava combinar com Rodrigo Maia, o presidente da Casa.

Maia já tinha experientes deputados de olho no posto cobiçado. Simpatizara com Ramos desde a primeira conversa, depois de apresentado pelo deputado Orlando Silva, o ex-ministro de Lula, muito amigo de ambos. Quando ia a Manaus, para reuniões do partido, Silva ficava na casa de Ramos. O “porradal” local não os afastou. Maia gostou, também, da idéia do amazonense sobre criar um “núcleo de moderação” e não deixar a pauta da Câmara “ser sequestrada pelos extremistas”.

Reivindicação posta na mesa, o ex-comunista deu um passo atrás, e aguardou o cruzamento dos conchavos todos. Dois passos à frente depois, foi anunciado como presidente da Comissão Especial. Com o aval de Maia, dos líderes do Centrão, e também de parte das lideranças “extremistas”, foi formalizado no cargo com 40 dos 42 votos possíveis. “É a chance que eu estou tendo para reconstruir a minha história, e eu não vou perdê-la”, disse o talvez futuro candidato ao governo do Amazonas em 2022.


Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo
Topo
© - 2007 www.partidodarepublica.org.br - Todos os direitos reservados

SEDE NACIONAL DO PARTIDO DA REPÚBLICA

ENDEREÇO:

SHS quadra 6 Bloco A sala 903 - Brasil XXI . CEP: 70.316-102 - Asa Sul . Brasília-DF




Tel.: - (61) 32029922



Mais uma realização do Instituto Alvaro Valle Tel.: - (61) 32029922


LEAD         TVNEWSWEB

Site Desenvolvido pela LEAD - Produções Artísticas Comunicação & Marketing

SHIN CA 09 LT 16 SALA 115 - ED. GREEN HILLS - LAGO NORTE CEP: 71503-509

http://www.leadbrasilia.com.br/

http://www.tvnewsweb.com.br/