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Deputada federal Flávia Arruda (PR-DF)
Deputada federal Flávia Arruda (PR-DF)
Brasília - A deputada federal Flávia Arruda (PR-DF) promoveu, na última terça-feira, 23, mais uma audiência pública da Comissão Externa de combate à violência contra a mulher e feminicídio. Desta vez, a deputada republicana, que preside o Colegiado, debateu a atuação da sociedade civil no enfrentamento à violência doméstica contra mulheres.

Para Flávia, os debates na comissão trazem subsídios para o trabalho parlamentar. "Nosso diálogo enriquece e indica como devemos atuar daqui para frente."

Representantes de organizações dedicadas ao atendimento de mulheres vítimas de violência cobraram apoio do poder público no enfrentamento do problema. A presidente da ONG Artemis, Raquel Marques, alertou para o perigo do desmonte de estruturas dedicadas à assistência social. "Não dá para falar em Estado mínimo, não dá para falar em contenção de gastos, não dá para falar em cortar da assistência social, se nós queremos falar em erradicar a violência contra a mulher", defendeu.

Ela afirmou que o feminicídio é o fim de uma cadeia de violência e que não pode ser discutido isoladamente. “É preciso que as pequenas agressões como ameaças e ofensas sejam consideradas como tal para que o crescente da violência não chegue até a morte de uma mulher”.

Aos 19 anos, Bárbara Penna teve o corpo queimado enquanto dormia, e ao acordar e pedir socorro foi jogada do terceiro andar pelo ex-companheiro. O ano era 2013, mas até hoje o agressor não foi julgado e Bárbara continua sofrendo ameaças por parte da família dele.
Hoje, aos 25 anos, ela coordena uma ONG que tem o seu nome e que atende mulheres em situação de risco. Ela reclama da falta de compromisso e apoio dos representantes do poder público.

"E eu estou praticamente há quatro, cinco anos após tragédia participando de palestras, participando de reuniões, participando de encontros com inúmeros deputados, com pessoas famosas, pessoas que têm o poder na mão, mas eu percebo que quanto mais o tempo passa, mais fica só na conversa", lamentou.

De acordo com os Relógios da Violência, desenvolvidos pelo Instituto Maria da Penha, uma mulher é vítima de violência física ou verbal a cada dois segundos no Brasil. A maior parte dos casos é reincidência.


Fonte: Agência Câmara
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